Sempre
Chego sempre atrasada e nunca te quero deixar ir embora. É injusto, eu sei... Mas talvez eu precise mais de ti do que tu de mim.
Não sei porque é que me apresso para tudo menos "para" ti, não corro, não dou o litro. Talvez por saber que não vais embora e que não mentes, que não esqueces e que sentes.
És um conforto tão grande. A maneira como me pões à prova, me fazes testar cada limite, como me fazes sentir viva e capaz de qualquer coisa.
É um sentimento reconfortante que sinto, e ao qual não sei dar nome, cada vez que te vejo sorrir e a ser uma pessoa fora do comum.
Não sei porque é que me apresso para tudo menos "para" ti, não corro, não dou o litro. Talvez por saber que não vais embora e que não mentes, que não esqueces e que sentes.
És um conforto tão grande. A maneira como me pões à prova, me fazes testar cada limite, como me fazes sentir viva e capaz de qualquer coisa.
É um sentimento reconfortante que sinto, e ao qual não sei dar nome, cada vez que te vejo sorrir e a ser uma pessoa fora do comum.
Aquela doçura constante, sem preço ou explicação. Em confronto com toda a amargura que nos ensina que não estamos sempre a 100%, ninguém está.
Corro de um lado para o outro a pensar como melhorar a minha maneira de pensar para que não me engane, não tropece ou corte o fio errado. Melhoro a maneira de te pensar e de te guardar na minha memória, tão preenchida de tantas coisas que me deste. Memórias que renascem aos poucos para me lembrar que não é por acaso que ficas. Aquelas que tento guardar, as boas, as más, as mais antigas que nem o melhor pescador do mundo as pescaria da maneira que a minha cabeça o faz. Há pedaços que não são memórias mas que vão também sendo revelados pelos que nos rodeiam e nos mostram que ainda há receio, que nada é garantido e que temos que investir sempre.